Freddie Mercury: 4 destinos que contam a trajetória do líder do Queen

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Paulo Basso Jr.

Freddie Mercury, vocalista, pianista e principal compositor da banda inglesa Queen, morreu em 24 de novembro de 1991 após complicações relacionadas ao vírus da AIDS . Trinta anos depois, a trajetória do artista continua sendo celebrada por fãs em todo o planeta, inclusive os mais novos, que o conheceram melhor após o lançamento do filme Bohemian Rhapsody, vencedor de quatro Oscars.

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Para os viajantes, há três lugares que merecem a visita relacionados à vida de Freddie Mercury: Zanzibar, onde ele nasceu, Panchgani, onde passou parte da infância e estudou, Londres, onde se tornou ídolo, e Montreux, destino pelo qual se apaixonou.

4 destinos ligados a Freddie Mercury

  • Zanzibar

Zanzibar

Freddie Mercury nasceu como Farrokh Bulsara em 5 de setembro de 1946, na Cidade de Pedra, em Zanzibar, arquipélago colonizado pelo Reino Unido e que hoje pertence à Tanzânia, na África. Mais tarde, quando estudava artes plásticas, ele seria apelidado como Freddie e adotaria o sobrenome Mercury quando o Queen estava nascendo.

Seu pai, Bomi Bulsara, era indiano e mudara-se para Zanzibar a fim de manter o emprego no Banco da Inglaterra, uma vez que a Índia lutava pela independência do império britânico.

 O futuro ídolo passou os primeiros anos de vida na Cidade de Pedra, uma das mais famosas da região. Zanzibar é mais conhecida, porém, pelas praias espetaculares banhadas pelas águas azuis do Oceano Índico, que atraem turistas do mundo inteiro. 

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  • Panchgani

Panchgani, na Índia

Aos 8 anos de idade, Freddie Mercury foi enviado para estudar em Panchgani, na Índia, a fim de seguir os passos do pai. Ele foi internado no colégio de classe média St. Peter’s School, em uma região montanhosa do país.

Tímido, gostava de esportes e começou a desenvolver o gosto pela música. Logo mostrou talento como pianista e montou um grupo com amigos, o The Hectics, que assustava o comando conservador da escola por flertar mais com instrumentos como bateria e guitarra elétrica em vez de cítara ou da cadência da tabla.

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  • Londres

Wembley Stadium, em Londres

Assustada com a Revolução Civil de Zanzibar, que eclodiu em 1964, a família Bulsara mudou-se para Londres, na Inglaterra, com Farrokh, então com 17 anos, a tiracolo. Na capital inglesa, o jovem estudou arte na Escola Politécnica Isleworth e foi graduado como designer gráfico por meio da Ealing Art College.

Em abril de 1970, conheceu o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, com os quais montou o trio Smile. Logo eles decidiram mudar o nome da banda para Queen. Freddie, por sua vez, passou a adotar Mercury como sobrenome artístico, inspirado na letra de uma de suas primeiras canções

Hoje, quem vai a Londres encontra várias referências a Freddie Mercury. Um roteiro de respeito para os fãs precisa passar obrigatoriamente por endereços como o 22 Gladstone Avenue, Feltham. Um placa azul na fachada indica que foi ali que a família Bulsara viveu assim que desembarcou no país.

Outras residências do líder do Queen na cidade estão em 12 Stafford Terrace W, perto da estação de metrô High Street Kensington, e 36 Sinclair Road W14, apartamento em que ele viveu com os companheiros de banda. Isso sem contar a casa situada no endereço 1 Logan Place, em Kensington, onde viveu os últimos anos de vida.

Os fãs de Freddie Mercury ainda precisa colocar no roteiro o Wembley Stadium, palco da icônica apresentação no festival Live Aid, em 1985 (considerado por muitos como o maior show de rock de todos os tempos), o Imperial College, palco do primeiro show do Queen, em  18 de julho de 1970, e o Hyde Park, onde a banda se apresentou para 150 mil pessoas em 1976.

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  • Montreux

Montreux, na Suíça

Quem vai ao pequeno vilarejo de Montreux, na Suíça, onde fica o magnífico Castelo de Chillon, encontra uma estátua de  Freddie Mercury com o braço para cima e o punho cerrado. A escultura fica na Place du Marché, às margens do Lago Genebra, e está sempre cercada de flores deixadas pelos fãs.

Foi em Montreux que o líder do Queen compôs suas últimas canções. Ele era um apaixonado pela cidade, e a banda até mantinha um estúdio por lá, o Mountain Studios. O carinho de Freddie pela região pode ser notado na letra de “Winter Tale”, a  última música escrita por ele.

Além de belas paisagens e da estátua de Freddie Mercury, quem vai a Montreux encontra um museu dedicado ao Queen, o Queen Studio Experience Montreux, situado no Cassino Barrière. A região também está muito próximo a Lausanne, uma das cidades mais turísticas da Suíça.




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