PISO IDEAL PARA OBRA

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Yasmin Assagra

PISO IDEAL PARA OBRA

 
Seja para reforma ou
início da  construção, 
é fundamental verificar
os detalhes e cuidados
na hora de escolher
o revestimento

 
 
Não importa o tamanho do espaço. A escolha dos pisos sempre faz parte da construção de qualquer ambiente. Assim como quando compramos as tintas, o piso também deve obedecer uma aplicação específica para o local a ser instalado. Para os ambientes externos ou internos, áreas mais secas ou com exposição a água, com muito tráfego de pessoas ou veículos, cada uma tem seu revestimento ideal.
Segundo a arquiteta Priscila Tressino, além dos aspectos técnicos, o design desses produtos é bastante variado, permitindo agradar todos os gostos e bolsos. E, tanto para o ambiente residencial, quanto no empresarial, existem os materiais naturais e os sintéticos. 
No conjunto de revestimentos naturais, de acordo com a arquiteta, podemos considerar pedras como mármores, granitos, ardósia, miracema e pedra mineira. Todas podem ser utilizadas para ambientes internos ou externos. “O que vai diferenciar na escolha é o tipo de acabamento: bruto ou natural, polido ou escovado, tomando cuidado para que seja antiderrapante em áreas expostas a chuva, piscinas, escadas e de grande circulação de pessoas”, ressalta Priscila.
Segundo a especialista,  quando se tem um orçamento intermediário, o melhor é o porcelanato, que imita o aspecto das pedras naturais. Agora, se o dinheiro estiver pouco, a indicação está nas cerâmicas que ainda existem para venda. “Cada acabamento tem sua beleza particular. A diferença também está na durabilidade deles”, diz.
Além das informações sobre os acabamentos e pisos, Priscila diz que esses materiais apresentam uma infinidade de tons e pontua dicas importantes para cada ambiente. “As cores, com certeza, vão de acordo com o gosto do cliente. Mas, se a metragem for menor, as cores precisam ser mais claras, pois as mais escuras deixam o espaço com aspecto maior. Quanto mais claro, maior sentido de amplitude”, explica.
No quesito limpeza, a arquiteta dá exemplos de pisos mais fáceis, isso porque existem produtos desenvolvidos especificamente para cada tipo de material. “Nos porcelanatos polidos, por exemplo, a limpeza precisa ser mais constante, pois as sujeiras aparecem mais. Já os pisos foscos, acetinados, são mais práticos para ser limpos, principalmente quando se tem criança ou animais”, finaliza.

 
OS CUIDADOS
É importante também observar as recomendações do fabricante quando for comprar o piso. Principalmente, se o escolhido é indicado para área onde será aplicado. É fundamental se atentar também com os itens na hora da instalação, como argamassa, rejuntes e colas.
Caso apenas faça uma reforma, nem sempre é possível manter o mesmo revestimento, mas existe uma opção de argamassa de piso sobre piso que dispensa a necessidade de remoção do existente.
“É importante considerar que neste caso o nível ficará mais alto, podendo dar diferença na altura de armários e portas, criando um degrau entre um ambiente e outro, que pode ser amenizado com soleira ou baguete de pedra”, finaliza a profissional. 

 
Não importa o tamanho do espaço. A escolha dos pisos sempre faz parte da construção de qualquer ambiente. Assim como quando compramos as tintas, o piso também deve obedecer uma aplicação específica para o local a ser instalado. Para os ambientes externos ou internos, áreas mais secas ou com exposição a água, com muito tráfego de pessoas ou veículos, cada uma tem seu revestimento ideal.
Segundo a arquiteta Priscila Tressino, além dos aspectos técnicos, o design desses produtos é bastante variado, permitindo agradar todos os gostos e bolsos. E, tanto para o ambiente residencial, quanto no empresarial, existem os materiais naturais e os sintéticos. 
No conjunto de revestimentos naturais, de acordo com a arquiteta, podemos considerar pedras como mármores, granitos, ardósia, miracema e pedra mineira. Todas podem ser utilizadas para ambientes internos ou externos. “O que vai diferenciar na escolha é o tipo de acabamento: bruto ou natural, polido ou escovado, tomando cuidado para que seja antiderrapante em áreas expostas a chuva, piscinas, escadas e de grande circulação de pessoas”, ressalta Priscila.
Segundo a especialista,  quando se tem um orçamento intermediário, o melhor é o porcelanato, que imita o aspecto das pedras naturais. Agora, se o dinheiro estiver pouco, a indicação está nas cerâmicas que ainda existem para venda. “Cada acabamento tem sua beleza particular. A diferença também está na durabilidade deles”, diz.
Além das informações sobre os acabamentos e pisos, Priscila diz que esses materiais apresentam uma infinidade de tons e pontua dicas importantes para cada ambiente. “As cores, com certeza, vão de acordo com o gosto do cliente. Mas, se a metragem for menor, as cores precisam ser mais claras, pois as mais escuras deixam o espaço com aspecto maior. Quanto mais claro, maior sentido de amplitude”, explica.
No quesito limpeza, a arquiteta dá exemplos de pisos mais fáceis, isso porque existem produtos desenvolvidos especificamente para cada tipo de material. “Nos porcelanatos polidos, por exemplo, a limpeza precisa ser mais constante, pois as sujeiras aparecem mais. Já os pisos foscos, acetinados, são mais práticos para ser limpos, principalmente quando se tem criança ou animais”, finaliza.

 
OS CUIDADOS
É importante também observar as recomendações do fabricante quando for comprar o piso. Principalmente, se o escolhido é indicado para área onde será aplicado. É fundamental se atentar também com os itens na hora da instalação, como argamassa, rejuntes e colas.
Caso apenas faça uma reforma, nem sempre é possível manter o mesmo revestimento, mas existe uma opção de argamassa de piso sobre piso que dispensa a necessidade de remoção do existente.
“É importante considerar que neste caso o nível ficará mais alto, podendo dar diferença na altura de armários e portas, criando um degrau entre um ambiente e outro, que pode ser amenizado com soleira ou baguete de pedra”, finaliza a profissional. u



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